A Popularização da Cirurgia Robótica no Mundo

A cirurgia robótica completou 10 anos no Brasil e já conta com cerca de 42 robôs cirúrgicos espalhados pelo pais, a maior parte em São Paulo.

Cirurgia do Aparelho Digestivo

O sistema baseia-se na introdução de pinças e uma câmera através de orifícios menores que um centímetro e é operado por um cirurgião, ao lado do paciente, e outro sentado ao console há poucos metros, mas ainda na mesma sala cirúrgica, comandando o robô. A imagem amplificada e tridimensional fornecida pela ótica ajuda na definição da anatomia a ser operada e os braços , com suas múltiplas articulações, garantem a precisão dos movimentos e auxiliam no acesso a lugares de espaço restrito. Com isso, obtem-se uma melhor recuperação do paciente e menor tempo de internação e, em alguns casos, resultado funcional claramente superior ao da cirurgia convencional.

            Apesar disso, o número brasileiro de cirurgias robóticas ainda é muito pequeno quando comparado com centros europeus ou americanos, o que é parcialmente explicado pelo alto custo dos equipamentos e pelo baixo número de cirurgiões tecnicamente capacitados, tendo em vista o treinamento realizado comumente fora do país.  

            As cirurgias urológicas, em particular as prostatectomias, são as mais comumente realizadas com o robô e em segundo lugar estão as cirurgias do aparelho digestivo e ginecológicas.

             Um estudo publicado na Lancet em junho desse ano comparou o robô e a cirurgia aberta em operações de câncer de bexiga durante sete anos em 15 instituições americanas e mostrou que ambas têm resultados equivalentes em vários quesitos como complicações pós-cirúrgicas e progressão da doença. Mesmo assim, os pacientes que foram operados pelo sistema robótico tiveram alta mais cedo, principalmente pelo menor sangramento.

            Ainda nessa pesquisa, conduzida pela Universidade de Miami, encontramos informações que demonstram o crescimento das cirurgias robóticas ao redor do mundo: já foram feitas 4 milhões de cirurgias pelos, perto de, 5 mil robôs existentes ao redor do mundo. Esses números mostram que o robô, bem como a laparoscopia na década de 90, é uma realidade em implantação e que nos causará certa estranheza em pouco tempo a não utilização do mesmo em certos procedimentos.

Acompanhe nosso site para saber mais sobre o uso do robô e os avanços que estão oferecendo mais precisão e segurança para os pacientes.

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            Apesar disso, o número brasileiro de cirurgias robóticas ainda é muito pequeno quando comparado com centros europeus ou americanos, o que é parcialmente explicado pelo alto custo dos equipamentos e pelo baixo número de cirurgiões tecnicamente capacitados, tendo em vista o treinamento realizado comumente fora do país.  

            As cirurgias urológicas, em particular as prostatectomias, são as mais comumente realizadas com o robô e em segundo lugar estão as cirurgias do aparelho digestivo e ginecológicas.

             Um estudo publicado na Lancet em junho desse ano comparou o robô e a cirurgia aberta em operações de câncer de bexiga durante sete anos em 15 instituições americanas e mostrou que ambas têm resultados equivalentes em vários quesitos como complicações pós-cirúrgicas e progressão da doença. Mesmo assim, os pacientes que foram operados pelo sistema robótico tiveram alta mais cedo, principalmente pelo menor sangramento.

            Ainda nessa pesquisa, conduzida pela Universidade de Miami, encontramos informações que demonstram o crescimento das cirurgias robóticas ao redor do mundo: já foram feitas 4 milhões de cirurgias pelos, perto de, 5 mil robôs existentes ao redordo mundo. Esses números mostram que o robô, bem como a laparoscopia na década de 90, é uma realidade em implantação e que nos causará certa estranheza em pouco tempo a não utilização do mesmo em certos procedimentos.

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Fonte: Dr. Thiago Costa Ribeiro
CRM: 129.437