img-estomagoAs doenças do estômago podem ter tratamento clínico ou cirúrgico.
Sempre que possível, recomendamos a cirurgia minimamente invasiva, utilizando as técnicas da cirurgia robótica ou da videolaparoscopia. Em casos determinados, é necessário que se faça a cirurgia convencional “aberta”.

  • Pólipos gástricos: nódulos formados na camada mucosa do estômago (a mais interna e acessível pela endoscopia do órgão), de diferentes origens e associados a diferentes fatores causais que variam de benignos a lesões pré–malignas e malignas. Normalmente o paciente é assintomático, ou seja, tem seu diagnóstico realizado de maneira incidental, seja realizando check-ups ou quando faz os exames por outras queixas.
  • Gastrites: inflamação na camada mucosa do estômago de diferentes causas e associada a inúmeros fatores, como ansiedade, uso de medicações agressoras ao estômago, presença de auto-anticorpos que agridem o estômago). Traduz-se normalmente como dor na região epigástrica (“boca do estômago”), empachamento ou sensação de plenitude gástrica e náusea. Se trata de uma doença de tratamento essencialmente clínico.
  • GIST (gastrointestinal stromal tumor): tumores originados na camada muscular do estômago, normalmente assintomáticos, e que também podem causar dor e sangramento. Tem potencial de malignidade, embora sua agressividade, quando malignos, seja menor que os Adenocarcinomas de estômago. Os Adenocarcinomas são mais frequentes em incidência. Seu tratamento cirúrgico é norteado por alguns critérios como a presença de sintomas e o tamanho da lesão.
  • Tumores malignos do estômago: o tratamento do câncer do estômago depende de diferentes fatores associados ao paciente e usualmente passa por procedimentos cirúrgicos quando com intenção de cura.